Neste
domingo fomos visitar Pasárgada e Persépolis, sonho antigo nosso e
que estão dentre os patrimônios arqueológicos mais importantes do
mundo.
Fomos de
taxi, providenciado pelo nosso hotel (1.500.000 rials), numa viagem
prevista de 7 horas, incluindo ida e volta. Taxista muito simpático,
que parou num ponto da estrada para comprar 2 romãs. Bom, algumas
das romãs daqui do Irã são enormes, muito maiores do que as que
tinha visto no Brasil. Talvez para fazer um exercício de imaginação
sobre o tamanho de algumas romãs daqui seja melhor começarmos com
uma jaca, e depois irmos diminuindo até chegarmos no tamanho de uma
laranja de umbigo gigante. Eis a foto de uma das romãs compradas
pelo nosso motorista, Zé das Romãs.
Eu não
vou gastar muito tempo e texto descrevendo Pasárgada e Persépolis,
porque melhor postar muitas fotos. Mas preciso falar de uma grata e
fantástica surpresa, que se chama Naqsh-e-Rostam. Fica no caminho
entre os 2 sítios arqueológicos, bem próximo a Persépolis, e é
simplesmente impressionante. São tumbas cravadas na rocha, de
imensas dimensões e com diversos desenhos em alto relevo, escavados
na rocha. De tudo o que vi até aqui no Irã este sítio arqueológico
foi o que mais me impressionou.
Naqsh-e-Rostam
Persépolis
Pasárgada
O sítio de Pasárgada é amplo, mas com poucos elementos restantes, de forma que se um dia você vir a Shiraz e estiver com tempo apertado, não sofra nem pense muito. Vá apenas para Persépolis e Naqsh-e-Rostam que não cometerá nenhum pecado intelectual. O que mais me impressionou na visita à Pasárgada foi a paisagem, especialmente ver as plantações de milho e de arroz, no meio de uma terra extremamente árida. Na foto abaixo dá para passar uma ideia do que estou falando.































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